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sexta-feira, 24 de julho de 2009

Pedro "Trilhos" em recuperação

Atleta do ano 2008 e fã incondicional das duas rodas, o Trilhos, salvo erro na semana passada, quis verificar se o seu equipamento de protecção individual era de qualidade e resolveu espalhar-se ao comprido na sua moto quando regressava do trabalho. Um "nobre" cidadão a sair de estacionamento com a sua viatura, não tomou as devidas precauções e mandou aqui o nosso amigo ao tapete, felizmente sem grandes consequências físicas para ele, a não ser o susto e algumas escoriações.
O Trilhos lá teve que ficar assim uns dias em repouso e abster-se de andar de bike com malta, devido ao caruncho ganho pelo acidente. Trilhos parece que vais ser tu nos próximos tempos a ficar com as chaves do meu carro nas provas....
O pessoal do Bike17Eco deseja-te as melhoras.

PS. Como não podia deixar de ser, não faltaram as visitas diárias dos seus dois primos, o Tino e o Fusca, a sua casa, que lhe deram todo o apoio. Um bem haja para eles.

O Trepador



segunda-feira, 6 de julho de 2009

Puro BTT na Cidade Berço

Mais uma vez e para não variar, o grupo dos menos carunchosos do Bike17Eco, ou seja, Eu, Trepador, Trilhos e Ni Amorim, juntamo-nos, no passado dia 06 de Julho, para desbravar mais um trilho.

Desta vez foi escolhido um percurso com início e fim na cidade berço, com 64 quilómetros previstos, mais coisa menos coisa.
Os primeiros quilómetros foram feitos por algumas artérias da cidade, onde seguimos depois pela EN 101, até chegarmos à pista de cicloturismo que liga Guimarães a Fafe.

Depois de percorrermos toda a pista e de termos desfrutado de algumas belas paisagens por aquela zona, chegamos à Rua dos Aliados (não é no Porto, é em Fafe), onde até tem um restaurante com o nome do verdadeiro presidente – Restaurante Pinto da Costa.
Após atravessarmos a cidade de Fafe, entramos numa zona mais rural e aí começaram a surgir as dúvidas do nosso navegador de serviço, Trilhos, que já não sabia se estávamos a fazer o percurso ao contrário ou não (já parecia o GPS do Vitokourov). Por falar em cromos e ao passar na localidade de S. Gens, deparamo-nos com uma placa bem grande de um candidato autárquico, o verdadeiro e único Vítor Silva.
Quase sempre por estrada, o que já nos estava a aborrecer (que o diga o Trepador, que estava sempre a resmungar), pois o que nós gostámos é de monte, passamos por uma localidade chamada Ribeiros, onde ficamos a conhecer uma lenda bem peculiar daquela zona, A Lenda da Bicha das Sete Cabeças .

Mais uns quilómetros percorridos e quando estávamos quase a atingir o ponto mais alto do trilho, o Ni Amorim começou a evidenciar a sua falta de treino, pois já dizia “Estais a puxar muito!”.
Atingido o tal ponto mais alto, claro está, que agora iríamos ter umas descidas para relaxar. Como estava na hora de encher o bandulho, lá fomos procurando um local para encostar, até que encontramos a “Fonte da Pereira”, com uns banquinhos à sombra e água fresquinha.

Pouco tempo depois e como já estávamos fartos de ouvir o Trepador a dizer que o que ele queria era monte, lá deixamos a estrada e começamos a curtir uns caminhos em terra mas foi por pouco tempo. Digo isto, porque tinha chegado a altura do “Puro BTT” e começamos logo a desbravar terreno, só que não tínhamos nenhuma “catana” para ajudar. O Trilhos ainda fez os primeiros metros mas como os picos eram tantos e como o Trepador esteve sempre a reclamar por monte, logo lhe cedeu a dianteira para ele desfrutar daquele belo momento. Enquanto isto se passava, o Ni Amorim procurava uma moca bem grande para malhar no artista que decidiu escolher aquela parte do percurso. Com alguma dificuldade lá chegamos à Barragem da Queimadela, mas não ficamos queimados, ficamos sim, bem arranhados.

Depois daquele breve massacre, chegou a hora do “spa”, com uns belos de uns mergulhos naquelas águas

maravilhosas (que bem que soube!) e uns banhos de sol à mistura.
Como não podíamos ficar ali o dia todo, infelizmente, e como ainda tínhamos muitos quilómetros para fazer, lá montámos nas burras (ainda houve um artista com uma ideia mas que não colou, que era: “Ah e tal, agora vocês (Eu e o Trepador) vão buscar os carros que nós ficamos aqui à espera”. Pois isso, era bom, não era?).

Mais umas “subiditas!!!”, algumas delas com as burras às costas, lá fomos fazendo o percurso, variando entre estradas municipais e caminhos em terra, rumo a Guimarães.
Resumindo, não foi um trilho muito agradável (esta é a minha opinião e certamente é também a dos meus companheiros de luta), pois fizemos muitos quilómetros por estrada. Valeu pelo treino, pois no final, tínhamos 70 quilómetros nas “perninhas” e valeu também pelo convívio, claro. Mais um dia bem passado!


Até ao próximo!
Beijinhos e abraços!

Saca Saca

sábado, 4 de julho de 2009

Tour 2009


Site oficial

CANDIDATOS:

Lance Armstrong, Astana, EUA — Vencedor, 1999-2005;
Carlos Sastre, Cervelo, Espanha — Vencedor, 2008;
Alberto Contador, Astana, Espanha — Vencedor, 2007;
Cadel Evans, Silence-Lotto, Austrália — 2º classificado, 2008;
Denis Menchov, Rabobank, Rússia — 3º classificado, 2008;
Levi Leipheimer, Astana, EUA — 3º classificado, 2007;
Christian Vande Velde, Garmin-Slipstream, EUA — 4º classificado, 2008;
Frank Schleck, Saxo Bank, Luxemburgo — 6º classificado, 2008;
(impedido de participar) Alejandro Valverde, Caisse d'Epargne, Espanha — 9º classificado, 2008;
Michael Rogers, Columbia-Highroad, Austrália — 9º classificado, 2006;
Andy Schleck, Saxo Bank, Luxemburgo — 12º classificado, 2008;
Damiano Cunego, Lampre, Itália — melhor jovem, 2006.


Prémios:
Camisola amarela: €450,000 - Contador (Astana)
Camisola verde (pontos): €25,000; Hushovd (Cervelo)
Camisola pintas vermelhas (montanha): €25,000 - Pellizotti (Liquigas)
Camisola branca (juventude):€ 20,000 - Andy Shleck (Saxo bank)
Prémio super combatividade:€20,000 - Pellizotti (Liquigas)
Melhor Equipa: €50,000 -
Astana
Vitória da etapa: €8,000;

Quem vencerá, este TOUR??
Aceitam-se prognósticos: