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domingo, 25 de abril de 2010

Luso Galaico Esposende

Um dos vencedores da fuga há de tratar do relato deste dia.....

Fotos deste Passeio

sábado, 17 de abril de 2010

Passeio à citânia de Sanfins - Paços de Ferreira

...a origem dos lusitanos, que viviam há 2.300 anos na Hispânia ou Península Ibérica, parece não ser tarefa fácil ... Tudo indica que este local foi escolhido, na sequência da campanha militar de Décimo Júnio Bruto (fundada entre 138 e 136 a.c.) até à ocupação romana do Noroeste (29-19 a.C.), como capital dos povos Calaicos, dos Brácaros,….



Eis que chega o dia da conquista…., bem conquista velocípédica, seria um feito para mais tarde recordar????
No final da conquista se veria…???

Tudo começou uns dias precedentes, numa tarefa ciclópica, vários batedores ( Pedro Trilhos, Sérgio Fugas, Sousa Trepador, Vitinha e Pimenta Saca Saca) encarregaram-se de bater o terreno, a fim de analisar, o melhor trajecto, e projecto para o ataque à Citânia.

No dia do Ataque, com o projecto nas mãos, às 07H00, encontrava-se o Pedro Trilhos, um dos batedores, junto do ponto de encontro, previamente estabelecido por ele, a 17ª Esq.
Numa azafama de ver se chegavam os cavaleiros e as suas bestas, o nervosismo apoderava-se do Batedor, não queria falhar, ainda tinha que aconchegar as bestas no transporte que as levariam para o local do inicio do Ataque.
Tudo se processou de uma forma normal e dentro do horário, conforme o estabelecido.
A viagem teve inicio para o ponto de inicio do Ataque (Campo do Carvalhosa – Paços de Ferreira) mas o insólito aconteceu, o batedor que abria caminho (Pimenta Saca Saca) enganou-se no caminho…..É verdade mesmo após várias incursões, o mapa não estava perfeito… estaria sabotado!!!!
Por fim, após uma consulta ao outro Batedor (Pedro Trilhos), chegamos!!
Retirar as bestas do transporte, aquecer os músculos e reunir as tropas para a foto prá eternidade, foi uma flechada.
Começou o ataque! Por terrenos lamacentos, com charcos de água, pedras e calhaus, folhas e paus, elementos naturais que nos dificultaram a conquista do objectivo, mas que se cumpriu debaixo de alguma chuva.
Chegado ao local deparamo-nos com o abandono do sítio!! Tiveram receio do nosso poderio?? Encontrava-se fechada a recepção (Museu), tivemos que explorar o Povoado por nossa conta, após conquistarmos o ponto mais alto da Citânia (junto ao Marco Geodésico) marcamos essa conquista, com a nossa Chancela, a foto, épica, do grupo BIKE17ECO.
Permanecemos na Citânia durante longos minutos, o que nos possibilitou o momento único de bebermos da história e podermos imaginar a vida que outrora, gentes que habitaram aquele local, teriam tido.

Após esses maravilhosos momentos, de contemplação e exploração da Citânia, chegou a hora do regresso, a descida da Citânia, efectuou-se de forma cautelosa, o terreno assim o exigia, escorregadio e traiçoeiro, até à descoberta da nascente do Rio Leça.
Após a foto de presença no local da nascente, foi cavalgar (pedalar) até à Capela de São Gonçalo, situada no monte com o mesmo nome, local onde alguns dos cavaleiros, aproveitaram para agradecer ao Santo, (descida da escadaria com as bikes) o facto de ainda se sentirem bem, após a épica conquista.

Dai até ao ponto de partida foi um salto, chegado ao local, limpeza das armaduras, e encaminhamento para o local de repasto, que se situava bem perto.
O Almoço bem servido, abundante na quantidade, com qualidade apreciável, acompanhado de dois néctares regionais agradáveis ao palato, seguido de sobremesa conventual e a finalizar, café acompanhado de um intrigante e misterioso digestivo de fabrico caseiro.

Bem, no final, poderíamos dizer que afinal sempre foi possível a conquista e é com certeza, um dia para mais tarde recordar com agrado, pois o mesmo foi efectuado na companhia de alguns elementos do BIKE17ECO, assim como de amigos e companheiros de luta à preguiça…
Bem ajam!
Até ao próximo!!
Abraços.

Paulo Rebanda.


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